31.1.05
Fui assistir "Elektra". Gostei e confesso que me surpreendi, pois o filme é mais dramático do que eu esperava, mas é legal. Também não conheço os quadrinhos, não sei até que ponto eles foram fiéis à história. Agora o que eu mais gostei foi que eles mostram que a Elektra não é fodona do nada, ela TREINA pra isso. Chega de super heróis que nascem "diferentes" ou sofrem um acidente que transformam suas vidas. Ela suou (em todos os sentidos) pra ser quem ela é. Sei lá... Achei legal porque assim nos aproximamos dessas figuras, com muito treino e dedicação podemos ser super-heróis... Tudo bem, tô viajando... Mas me deixa sonhar...
posted by JULIANE at 12:59
30.1.05
Ontem fui em dois blocos. O primeiro foi um no Leblon do pessoal da UERJ (não lembro o nome do bloco). Tava meio desorganizado e eu nem gostei muito. Depois fui no Gigantes da Lira em Laranjeiras e esse sim foi muito legal. É um bloco que vai muita criança com seus pais mas também vai muita gente sem filhos (como eu) e fica um clima super tranqüilo, o pessoal vai fantasiado, tem uma galera de perna de pau, uns artistas circenses, todo mundo bem animado. As músicas são basicamente marchinhas, são essas que eu gosto mais e, apesar de ter chegado no fim, me diverti bastante. Pena que não vai sair de novo, mas outros legais vão rolar...
posted by JULIANE at 18:59
27.1.05
Tô pensando em participar da maratona de revezamento. O Guilherme comentou hoje comigo e fiquei a fim. Com 8 pessoas na equipe, cada um corre uns 5 quilômetros. Alguém se candidata?
Ontem tivemos uma reunião inicial para comunicar que os ensaios para a Ópera vão recomeçar depois do carnaval. Tomara que dessa vez as pessoas levem mais a sério e que dê tudo certo, vamos ver como vai ser...
posted by JULIANE at 18:14
25.1.05
Toda terça e quinta tenho corrido na praia e depois treino no play do meu prédio. Tem sido muito bom, depois da corrida tomo um banho de mar e parece que dá uma limpeza na alma fazendo a gente se sentir vivo. Eu moro na Rua Santa Clara, que fica entre o posto 3 e 4. Até agora a gente (eu e Guilherme) corria até o fim da praia no posto 6 e voltava, pela areia, perto da água. Hoje o ritmo foi um pouco mais forte e na volta fomos até o Copacabana Palace. Aos poucos o ritmo vai aumentando e daqui a pouco estaremos indo até o posto 6, depois até o Leme... hehehehehe... Será??? São 25 ou 30 minutos no máximo de corrida, não precisa mais que isso e eu, que achava que nunca iria me acostumar a correr estou gostando da coisa. Dizem por aí que quem começa a correr acaba se viciando, eu sei lá, acho que já sou viciada em exercício mesmo, não faz diferença se é corrida ou outra coisa, não consigo ficar sedentária.
posted by JULIANE at 13:00
24.1.05
Eu não sou perfeita, sinto raiva, inveja, tenho recalques, sou egoísta e egocêntrica. Isso tudo me faz humana, todos sentem coisas ruins, mas o principal é que eu estou aprendendo a não ter vergonha de sentir essas coisas e sim de deixar esse tipo de sentimento fluir, pois sei que da mesma forma que vem, vai embora. Reter isso só corrói o coração e a mente. Talvez um dia, numa próxima encarnação, quem sabe, eu consiga simplesmente não sentir nada de ruim, não me magoar tão facilmente e amar o mundo e as pessoas sem ressalvas, mas até esse dia chegar eu vou lidando com isso e não tenho intenção nenhuma de fingir que eu sou melhor do que sou. O grande lance da vida é que nada é imutável, ou seja, o mundo dá voltas e se, hoje tudo parece uma merda, amanhã pode estar uma maravilha. Como diz minha grande prima-amiga-irmã: um dia ainda vamos lembrar desses dias e rir muito, pensando como éramos bobas. Mas com certeza nesse dia estaremos com outros conflitos na cabeça e daí mais à frente, vamos nos lembrar e rir de novo, e assim vai...
posted by JULIANE at 15:11
23.1.05
Ontem foi dada a partida para o carnaval: fui no primeiro de muitos blocos que pretendo ir. Depois da praia fomos no tal bloco (Espanta Neném) eu, minha prima e mais duas amigas dela. Estava cheio, mas não insuportável e o "nível" bem legal. É claro que tem muito daqueles adolescentes que ficam te agarrando mas no geral tava uma azaração tranqüila. Acho que isso em grande parte foi pelo fato de não ter mais cerveja à venda em lugar nenhum. Os poucos ambulantes do local só tinham cerveja quente, então o pessoal não estava se excedendo muito. Pelo menos não até a hora que ficamos lá, eu e Allana tivemos que sair razoavelmente cedo pois tínhamos marcado um cinema. Outra coisa que eu acho meio chato são os sambas próprios dos blocos, prefiro os que tocam músicas variadas ou, melhor ainda, marchinhas. Mas fora isso, no geral estava bem legal.
Fomos então ver "Alexandre" que eu achei muito ruim, cansativo, uma perda de tempo. O grande problema do filme, na minha opinião foi não ter se decidido se era um filme de ação ou um filme que mostrasse os dramas pessoais do personagem, então nenhum dos dois aspectos foi bem feito. As cenas de luta são muito fracas e o psicologismo é raso e clichê. As tais cenas de homossexualismo que todo mundo estava comentando tanto, não passam de insinuações e algumas declarações de amor apaixonadas que fariam muita dona de casa chorar se estivessem entre mocinha e herói numa novela das oito. A única coisa que vale no filme são os belos cenários, como na cena em que ele entra na babilônia que é muito bonita, com aqueles prédios lindos, azuis e seus jardins suspensos. Mas de resto, são três horas de um filme frio e sonolento, sem falar naquele cabelo ridículo do Colin Farrel e no sotaque sofrível da Angelina Jolie. Um desperdício de uma boa história.
posted by JULIANE at 12:50
21.1.05
É triste quando você se dá conta de que depois de um relacionamento parece que você não conhece mais a pessoa com quem conviveu tantos anos. Mais triste ainda é ver que ela agora faz para outra pessoa o que nunca fez por você e, apesar de não ser mais com ela que você sonha, é difícil não se perguntar onde se errou. Relacionamentos são complicados e os seres humanos são estranhos. A cada dia eu mais me convenço que a minha estrada vai ser muito longa, pois sou muito ingênua e a vida geralmente não trata bem quem é assim tão bobo quanto eu.
posted by JULIANE at 19:15
19.1.05

Eu tenho um gato obeso. Acho que se ele fosse uma pessoa pesaria uns 180Kg, no mínimo. Eu comecei a ter a idéia de arrumar um outro gatinho, de preferência filhote que poderia fazer ele ficar um pouco mais ativo e perder uns quilinhos, mas o efeito foi justamento o contrário depois que a Frida chegou. O pouco que ele brincava agora já é praticamente nada. E agora ele come a comida dele e a dela também. Eu nunca vi um ser tão obcecado com comida quanto ele. O pior de tudo é que como ele tem uma barriga gigantesca, não consegue fazer sua higiene completa e fica com as partes sujas. Daí eu tenho que passar um daqueles lenços umedecidos de bebê se não acabo me deparando com um rastro de sujeira nos móveis. Vida de "mãe" é dura...
posted by JULIANE at 15:08
18.1.05
Gostei da declaração do Dicró sobre a morte do Bezerra da Silva:
Esse é malandro mesmo! Morreu no dia 17 do 01, é o maior 171!!!
Muito boa essa...
posted by JULIANE at 12:29
17.1.05
É... Tem certas coisas que a gente só fica sabendo por causa do Orkut...
posted by JULIANE at 11:10
Adorei esse negócio de "blogstar", num instante várias pessoas novas acessaram o blog. Valeu
Denilson, vi no seu blog e achei legal.
Eu tenho uma relação de amor e ódio com o verão. É uma estação em que eu me sinto alegre, disposta, com vontade de sair, ir à praia, passear etc, mas ao mesmo tempo é uma época de um calor tão insuportável (pelo menos aqui no RJ) que por um lado se tem vontade de fazer as coisas e por outro não se tem, dá uma moleza e o único desejo é morgar na frente de um ventilador ou numa piscina. Dois ou três banhos por dia viram rotina e nos treinos a gente quase se esvai de tanto suar. Durante o dia fica todo mundo com a pele pegajosa e não adianta, 5 minutos depois do banho nem parece que você o tomou. Acho que deveria ser lei aqui nessas latitudes: acima de 30 graus, fica todo cidadão facultado a parar o que estiver fazendo e tirar o resto do dia de folga. Ninguém deveria ser obrigado a trabalhar numa temperatura dessas.
Na época em que eu trabalhei no Detran, a gente usava um jaleco de tergal cinza e era muito quente aquele posto lá em Vila Isabel. Teve um dia até que uma menina desmaiou de calor. Eu já ouvi falar que existe uma lei que dispensa o trabalhador do serviço se a temperatura passar dos 42 graus ou algo parecido. Não sei se é verdade, mas se for acho que nunca foi cumprida. Feliz é quem mora no Nordeste, tenho um amigo que mora em Natal e ele disse uma vez que, apesar de ser sempre quente, tem sempre uma brisa que ameniza bastante e você não sente tanto. Aqui no Rio é um calor úmido e abafado e nem a proximidade do mar resolve.
Mas o verão também tem alguns lados bons, como ir à praia. Teve uma época em que eu ia com mais freqüência, depois cheguei a ficar meses sem ir e agora estou recuperando o costume novamente. Tem também os barzinhos ao ar livre, os shows gratuitos na praia (esses estão em falta nos últimos tempos), as trilhas e até mesmo a simples visão de um céu azul, afinal o Rio é muito mais lindo com um dia de sol.
posted by JULIANE at 11:02
15.1.05
Eu não sou budista, mas sou bastante curiosa e ainda pretendo conhecer mais dessa religião. Tem um princípio budista, digamos assim, que diz que devemos nos desapegar desse mundo, incluindo aí as coisas materiais, os sentimentos e as pessoas. Segundo eles, o maior problema é a dualidade em que nos colocamos e o caminho para a evolução é abandonar essa visão dualística. Mas será que é possível, vivendo no mundo que a gente vive conseguir atingir esse nível de "desprendimento"? (uso essa palavra por falta de uma melhor). Parece possivel somente aos monges que se isolam naqueles templos no meio do nada. Estava conversando sobre isso com o Guilherme (meu professor de kung-fu) e ele me contou uma história que eu achei legal, acho que ele a leu em um livro de contos budistas.
Havia dois irmãos. Um deles era monge e vivia recluso num templo nas montanhas. O outro era sapateiro e vivia na vila. Depois de muitos anos de isolamento o irmão que era monge resolveu sair do mosteiro e difundir os ensinamentos de Buda aos moradores da vila. Ele foi morar com o irmão sapateiro e o ajudava na loja de sapatos. Entretanto a cada mulher que chegava à loja para provar um sapato, o monge sentia desejo por ela ao ver seus tornozelos. Ele perturbado foi conversar com o irmão que lhe disse que aquilo para ele não tinha a menor importância, já que ele estava tão acostumado a ver tornozelos femininos que aquela visão nada lhe causava.
Portanto, não importa onde a gente viva, se no alto da montanha ou no meio da cidade, pagando contas, indo no supermercado, ao cinema, fazendo as coisas do dia-a-dia. É tudo uma questão de perspectiva. Da mesma forma que os tornozelos femininos causaram pertubação no monge, e não no seu irmão, os sofrimentos que aparecem na vida podem ser contornados bastando que se dê um outro olhar para eles. A vida é muito, muito simples. A cada dia tenho mais certeza disso. O porquê de fazermos ela ficar às vezes tão complicada é que me intriga. Fico me lembrando das minhas aulas de Lacan na faculdade e pensando: será que o ser humano é assim mesmo, fadado ao desejo infinito? Eu não sei... Talvez a busca seja mesmo o grande barato da coisa mas ela pode ser agradável, não precisa necessariamente ser um caminho de espinhos. Acho que para isso o exercício de anular as dualidades e os apegos já é um grande começo.
Acho que um dos apegos mais complicados de se desfazer é o apego às pessoas. Andei pensando sobre isso hoje e também em virtude de acontecimentos recentes e cheguei à conclusão que esse negócio que se coloca na cabeça de que existe "a pessoa" certa é uma bobagem. Fiquei pensando em todas as "pessoas certas" que cruzaram meu caminho e na verdade aquelas pessoas eram pessoas certas naqueles momentos certos (algumas vezes eram pessoas erradas, mas deixa prá lá...). Acho que esses encontros acontecem ao longo da vida, alguns mais longos, outros menos, e no fim das contas o que vale é o que aprendemos. Pode ser apenas uma liçãozinha de nada, mas sempre se aprende alguma coisa e é pra isso que as pessoas se cruzam por aí, para ajudar umas as outras a aprender alguma coisa, para contribuir de alguma forma na sua busca pessoal.
A gente nasce e morre sozinho. Essa frase pode ser interpretada de forma negativa, mas eu prefiro lê-la de outra maneira. Acho que a gente caminha sozinho pelo mundo sim, mas isso não quer dizer que se é solitário, no sentido ruim da palavra. A perspectiva positiva disso é que cada um traça seu caminho no mundo e deve aprender suas lições e aproveitar as situações o melhor possível para continuar a aprender a caminhar mais e melhor e isso é um aprendizado que ninguém pode fazer pela gente. É um caminho solitário portanto. Mas isso não significa que se deve levar ao pé da letra e ser uma pessoa solitária, necessariamente. pelo contrário, quanto mais amigos se tem, quanto mais coisas diferentes se viver, mais aprendizado se acumula e acho que é esse o objetivo de se estar vivo.
posted by JULIANE at 20:25
13.1.05
Continuando na temática carnavalesca...
Eu não ia desfilar esse ano não, mas acabei sendo convencida e vou sair na Mangueira na mesma ala coreografada que desfilei em 2003. Esse ano está mais legal porque a coreografia é mil vezes mais fácil e tem vários momentos livres, que a gente pode pular e sambar à vontade. Em 2003 era coreografia o tempo todo, foi legal mas seria mais ainda se a gente pudesse se divertir, brincar mais. É legal esse esquema de sair em ala coreografada porque você só paga uma taxa simbólica e ganha a fantasia, em troca você é obrigado a ir aos ensaios. Essa semana, por exemplo, tá cansativa, teve ensaio no domingo, quarta, terá hoje, talvez amanhã e domingo novamente. Mas é legal...
A primeira vez que eu desfilei foi em 2000 numa ala comum, na Imperatriz e foi simplesmente maravilhoso. Eu digo pra todo mundo que não passe a vida sem desfilar ao menos uma vez. É muito maneiro. Eu não sou muito ligada em carnaval, nem gosto muito de samba, mas desfilar é um lance de outro mundo, muito emocionante. Quando você entra na avenida e vê aquele povo todo, dá a sensação que todos estão olhando pra você e que a escola depende do seu desempenho. É um misto de responsabilidade com felicidade, pois mesmo que você esteja desanimado acaba se empolgando naquele clima todo. Você fica querendo empolgar a arquibancada, parece um show e você faz parte dele. Dura mais ou menos uns 50 minutos pra atravessar toda a avenida mas passa muito rápido e você fica torcendo pra escola ficar entre as 5 melhores para voltar no desfile das campeãs. Nesse dia também é muito legal, mas é diferente porque não rola aquela adrenalina da responsabilidade. As pessoas ficam mais soltas é mais festa do que espetáculo. Eu prefiro o dia do desfile, porque dá um friozinho na barriga.
Eu não lembro agora o nome exato da minha ala mas sei que é uma grande ala formada por sete alas de cores diferentes para formar as cores do arco-iris e todas as sete alas são seguidas e com coreografia. A minha é a primeira ala, a rosa. Vai ficar bem legal e parece que vai concorrer ao Estandarte de Ouro, já pensou que legal se ganhar mesmo? Todo mundo vendo o desfile da Mangueira então!!
posted by JULIANE at 14:52
10.1.05
Pergunta do dia:
Por que o Neguinho da Beija-Flor fala com voz de retardado?
posted by JULIANE at 18:58
6.1.05
Minha amiga foi morar junto com o namorado. Eu fico muito emocionada quando alguém próximo resolve se casar ou morar junto, que dá no mesmo. Até estava falando mais ou menos sobre esse assunto no comentário do blog da Camille. Eu acho que chegamos numa idade em que fica difícil não pensar em tomar essa atitude depois de um certo tempo de namoro. Mas fico triste em ver que normalmente as pessoas têm muito pouca paciência em tentar resolver os problemas. Nas primeiras dificuldades resolvem se separar. Eu acho que deve-se tentar que dê certo até o último suspiro. As pessoas normalmente não têm disposição para investir de verdade num relacionamento e ficam 2, 3 anos no máximo casadas. O que mais tem por aí é casamentos acabando depois de 3 anos ou até menos. Isso me deixa muito intrigada. Se o amor já estava no fim, por que casaram? Acho que como tá tudo muito fácil, as pessoas se juntam e se separam na maior facilidade e isso acaba acontecendo. Outra oisa que eu acho que acontece é que todo mundo quer viver sempre no auge da paixão, é a busca pela adrenalina. Só que casar não pode ser que nem pular de bungee jump (até isso deve enjoar depois de um tempo). Chega uma hora que a novidade acaba e o que resta são duas pessoas com seus defeitos e qualidades. Aí é que normalmente os "problemas" começam e é aí também que geralmente todo mundo pula fora. Acho isso uma pena, espero que não me aconteça o mesmo, mas eu geralmente vou até o final nas minhas histórias e um sentimento que acaba comigo é a sensação de que poderia ter feito alguma coisa. Enquanto eu não fico tranqüila com relação a isso, que eu fiz tudo que poderia fazer para que desse certo eu continuo tentando.
Então eu desejo toda força e coragem pra Taynah e pro Heberti, que eles sejam muito felizes e que não se assustem muito quando a realidade bater à porta deles (invariavelmente ela bate) e que quando isso acontecer que eles tenham a serenidade de lidar com ela sem perder de vista o sentimento que os uniu.
posted by JULIANE at 17:41
3.1.05
Amanhã começa tudo de novo. Nova semana, novo mês, novo ano. O que acontece ao final de um ano e ao início de um novo é interessante. Planos e mais planos, resoluções e o desejo de não se cometer mais os mesmos erros. Pra mim, particularmente esse final de ano encerrou alguns ciclos da minha vida. Agora eu me encontro em um ponto em que eu não sou nada nem ninguém e as escolhas que fizer podem ser decisivas.
Mas afinal? Não é assim todos os dias? A cada dia que termina pode ser um reveillon, no sentido literal do verbo em francês "reveiller": acordar. Por que deixar essas decisões para o fim do ano? A cada dia, através de um exercício diário e árduo pode ser possível a gente tomar todas essas resoluções para que no dia seguinte tudo seja diferente.
Eu tenho o péssimo costume de deixar tudo para depois e isso deve ser mudado, entre outras coisas. Mas com certeza esse é uma das principais características que eu tenho que mudar, tenho que pensar que cada dia pode ser o último e não adiar o que deve ser feito é uma virtude que devo desenvolver, juntamente com a disciplina. Agora já são 01:20 de segunda-feira, dia 03 de janeiro de 2005. O ano que tenho certeza vai ser o início de grandes mudanças na minha vida. Minha lista de providências para amnhã já está pronta, vamos ver qual vai ser meu nível de conclusão.
posted by JULIANE at 01:28